Hoje (28 de Agosto de 2007) é uma data histórica. Trata-se do primeiro post relativo a cada uma das festas/actividades realizadas por esta banda.
E, ao som de magníficas melodias, coube me a mim a elaboração deste texto onde vos tentarei transmitir os bemóis e sustenidos tocados.
O dia 26 de Agosto começou tristonho. Diria mais, agressivo. Chuva, vento forte bem como fortes trovoadas não prenunciavam bons pensamentos para o dia de festa(s) que era suposto ser. A primeira festa (apenas da parte da manhã) situava-se em Melres, celebrando São Tiago e São Bartolomeu. Não havendo transporte colectivo, bem cada um arranjou-se e lá fomos nós, no que mais parecia um casamento em que apenas faltavam os lacinhos, visto que as fatiotas já lá estavam. Com muita cautela na condução devido ao mau tempo e ao caminho sinuoso, lá chegamos ao sítio pretendido, não claro sem antes nos perdermos, mesmo sendo no nosso próprio concelho. Chovia, logo a entrada foi adiada uns 15 minutos, também para acomodarmos o nosso estômago na Tasca do Tio Miguel (dispenso a publicidade devido a falta de clicks nos Compais e à falta de guardanapos) onde entre outras, eram servidas sandes de fêveras, bucho e fígado (sim, realmente as 9 da manhã apenas falta o licor Beirão para acompanhar).
Por volta das 9.30 lá fomos dar a entrada pois o sol já começava a querer espreitar. O nosso corajoso maestro lá se arriscou a estrear duas marchas que, porventura iluminadas pelo Sol, não “trovejaram” muito. Porém, não faltou o excelente guia de marcha oferecido aos nossos pretinhos. Subimos, descemos, tocamos para a frente, tocamos para trás, lá chegou a hora da missa, abrilhantada pelo belíssimo Coral e Instrumental desta banda. Contudo mais uma vez tinha de faltar algo e o que era? As estantes. Mas se a cerimónia fosse esperar por elas, seria um verdadeiro atraso de vida. Após a missa, lá fomos para a procissão, que apesar de não muito pequena, foi bastante cansativa devido aos “penhascos” que fomos obrigados a subir e ao sol que insistia em molhar as camisas de todos (dos que foram a procissão claro). Finda a procissão, despedimo-nos da festa com mais uma marcha, a esta já habituados e fomos todos almoçar, porque mais uma festa nos esperava desta vez na magnífica Invicta.
Ponto de encontro, Cadeia da Relação às 16.00. Freguesia de Vitória, para celebrar Senhor da Boa Fortuna. Uma festa pequenina, apenas com uma marchinha de entrada, mais um concerto de umas marchinhas porque os turistas gostam de nos ouvir. Gostam tanto que até um filarmónico tentou a sua sorte dando umas notas soltas e com um chapéu conseguiu uma fortuna de 21 cêntimos. Finalmente, restou nos esperar pela procissão. Enquanto o Padre celebrava a missa, cá fora os músicos confraternizavam (maneira de dizer) entre si, com a vista do belo Douro no horizonte. Finalmente, por volta das 17.30, a procissão sai percorrendo algumas das artérias dessa freguesia, por onde populares e turistas assistiam. O tempo ajudou a festa, e uma hora depois a procissão finalizava e com uma marcha encerrávamos o nosso dia de festa.
Permitam me referir que apesar da pequena festa que era, agradou me muito a ovação que nos dedicaram aquando da nossa despedida. Não me recordo de alguma vez ter presenciado um momento assim. Finalmente, pontos negativos quase nenhuns. Apenas acho que um pouco mais de responsabilidade incutida acho que não ia “desafinar” muito, de modo a assim todos cumprirem com os seus deveres.
2 comentários:
Muito bem escrito...sim senhor. Mas tenho pena de não mostrarem um bocadito mais de respeito por quem se ofereceu para ir buscar as estantes...sim...porque chegaram atrasadas, mas chegaram à missa. Lol...para além de que a culpa do atraso foi grandemente de uns maçaricos que iam à nossa frente a ver as folhas das árvores...
De resto isto promete...força e parabéns pela ideia.
olho lima, um dos nossos postadores do abufa!
espero k mandes aki mais gente pa!
pk kero isto cheio de comentarios pa!
portem-se bem
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